Lições Aprendidas na Austrália e Nova Zelândia: Return to Auckland

Lições Aprendidas na Austrália e Nova Zelândia: Return to Auckland

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Último dia de viagem

 

Auckland, NZ and São Paulo, BR
Sábado, 30/03/2014  e Domingo, 31/03/2014

Aterrizamos em Auckland as 20h25, mas só pude descer as 20h50 por congestionamento nos terminais. Fui direto para o mesmo Jucy hotel, na Emily Place, onde a NZega havia feito a reserva. Quando cheguei fui recebido como um velho amigo. Deixei a mochila e fui procurar um lugar para jantar. Antes de sair a recepcionista ainda tentou fazer uma reserva no restaurante da Skytower, mas as reservas haviam encerrado as 21h00.
Caminhei, então, até o waterfront e escolhi um restaurante no pier que tinha uma bela varanda no piso superior com vista para os iates. O restaurante também já estava com poucos clientes como todos os outros que havia visto. Parece que o hábito na cidade é jantar mais cedo, o que é saudável.  Jantei muito bem atendido pelo garçom que em nenhum momento demonstrou irritação por eu ser o último cliente. Ainda sugeriu uma taça de vinho para acompanhar o prato que eu havia pedido. Prontamente aceitei para poder brindar meu último jantar em terras neozelandesas.
Voltei caminhando e apreciando pela última vez nessa viagem a beleza noturna da acolhedora Auckland. 

Auckland at Night - beauty everywhere

Auckland at Night - beauty everywhere

Ao chegar fui direto para a cama, pois no dia seguinte havia marcado de encontrar o David na Bruce McLaren Trust as 10h30 e precisaria estar no aeroporto até as 14h00 para fazer o check in de meu voo de volta para o Brasil. Seria um dia corrido e tenso, pois já havia me apaixonado por esse país que ficaria muito distante ...Curiosamente nos últimos dias, todas as  noites ao deitar eu sentia como se fosse ficar gripado, mas sempre acordava 100% no dia seguinte. E foi exatamente o que aconteceu. Estava perfeito também em meu último dia de viagem. Graças a Deus!

Tomei café no McDonald's da Queen Street no caminho da Custom's onde pegaria o ônibus para a Remuera. Estava na porta da Bruce McLaren Trust pontualmente as 10h30 e fui recebido pelo David Rhodes que havia ido para lá apenas para me entregar pessoalmente o livro com uma surpresa: a assinatura da Jan McLaren, a irmã caçula do Bruce que administrava toda sua herança cultural através da Bruce McLaren Trust! Ao saber da minha história e que voltaria apenas pelo livro que havia perdido, ela disse ao David que, como não estaria em Auckland neste dia, gostaria que me entregasse o livro autografado por ela. Muito gentil da parte dela. 

O livro assinado pela irmã de Bruce McLaren - troféu perfeito para encerrar minha viagem!

Aproveitei para dar mais uma volta pelas incontáveis recordações da vida de Bruce enquanto conversava com David. Mesmo não tendo conseguido visitar o MOTAT, Museu do Transporte e Tecnologia, sugeri para o David que levasse o acervo de Bruce McLaren para lá, pois, pelo que havia visto, era atração que faltava ao museu. O David e a Jan haviam reunido tantas lembranças de Bruce e seus amigos nas pequenas salas que, tirando fotos, quase perdi o voo. Tive que chamar um táxi para o aeroporto e sair correndo. Pena, eu passaria dias lá dentro.

Poster monstrando todos os fornecedores da vitoriosa M8A. Bruce pilotando uma Eagle F1. Todos os esportivos construídos por ele. Jim Clark vencendo na Tasmânia. A primeira vitória na F1 em Sebring.

Como era domingo, chegando ao aeroporto fiz o check in e fui fazer um brunch no restaurante NZ Farmers Breakfast que oferecia várias opções e por um preço bem razoável. O brunch saiu por NZD 18,50. 

Gostaria de trazer uma camiseta do All Blacks, mas estava muito cara, NZD 157. Passei! Gastei parte de meus dólares neozelandeses, mas esqueci de trocar o que restou por dólares americanos antes de embarcar e ainda voltei com uns duzentos dólares neozelandeses na carteira.

Embarquei as 15:50 e fui para a fileira central do Airbus A340 da LAN no assento 36 E. Decolamos as 16:20. Vi alguns filmes antes de dormir. Aterrizamos em Santiago as 13h00. Foi interessante notar que, mesmo viajando por mais de 13 horas, chegamos à Santiago quase três horas antes do horário que havíamos saído de Auckland (estava recuperando o dia que perdi quando fui de Santiago para Auckland). Aguardei até as 15h30 para embarcar no Boeing 777 da LAN e sentar na última fila, assento 46 F, que não reclina muito o banco. O avião estava lotado e saiu 16h10 de Santiago chegando as 20h10 em São Paulo (com uma hora a mais pelo fuso horário). Não dormi e vim assistindo filmes, enquanto repassava a infinidade de momentos e locais inesquecíveis desta viagem.

Lição aprendida #35:
Lideranças pautadas por visão, planejamento e  gestão criaram ambiente e anfitriões perfeitos para tornar a Oceania o destino natural do turismo mundial no hemisfério Sul.

Contraponto
Foram tantas lições que preciso fazer uma compilação deles nesta viagem. Aguardem!

 

 

7 Comments

  1. Fim da viagem e a sensação de gripe, com certeza fica pela tristeza ao comparar esse mundo com o nosso…ter que voltar nem sempre é muito bom, principalmente se o que sabemos que nos espera é mais da mesma burrocracia, falta de rumo, etc, etc, etc…Mas no dia seguinte a gente sempre se recupera e começa a pensar como será possível fazer com que as coisas mudem…Talvez não vejamos os resultados, mas se eles estiverem por aí para nossos filhos e netos, um país mais civilizado, inteligente e com muito mais respeito pelo cidadão – já estará muito bom. Enquanto escrevo, a rádio que você indicou toca HELP…Help me to get my feet on the ground….
    Help me, Wont you please…please help me! :-)

    • I feel like not wanting to get my feet on the ground … too dirty … Beatles rsrs

  2. Oh, mestre!!!

    Devia ter trazido a camiseta. Ficaria legal você usando. Os 200 NZD ninguém vai ver.
    Abraço.

    • É verdade, Ivonete, deveria ter comprado a camiseta! Numa próxima viagem …

  3. Hoje consegui e não cliquei no retangulo lean more pois nem encontrei no meu face As fotos são suas????maravilhosas…..Lá voueu com prof Fernando Sabino, sem carregar malas(não suporto ….abre a mala….fecha a mala….sobe no avião….desce do avião) …lembrei que não sei enviar…….e agora????? Vou estudar tudo té conseguir o diploma

  4. Ótima ideia sua de escrever as impressões da viagem e também as lições aprendidas. O Brasil, com cerca de 18000 km. De praia, Pantanal, Amazonas, RJ, SP e tantas outras atrações, poderia ser um grande centro de atração turística, mas não decola.

    • Desculpe o erro, eu queria dizer , cerca de 8000km. de litoral,e não 18000.

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