Lições Aprendidas na Austrália e Nova Zelândia: Voltando para Auckland

Lições Aprendidas na Austrália e Nova Zelândia: Voltando para Auckland

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Melbourne, AU e Auckland, NZ
Quinta-feira, 20/03 /2014

Mesmo cansado, acordei as 04h30. Liguei a TV e o assunto era "Médicos não aceitam proposta do governo", um debate interessante, pois não era questionada a qualidade do sistema de saúde apenas a remuneração de seus profissionais. Mais uma vez, que inveja!
Vi propaganda de painéis fotovoltaicos por AUD2.980 para o conjunto de 4 ou 5 placas com instalação incluída. Fontes alternativas de energia estão em alta nos dois países, como deveriam estar por aqui. Olhando pela janela do quarto vi alguns pontos no céu. Olhei bem e vi que eram balões tripulados voando sobre a cidade (ver foto abaixo). Um bela visão ao despertar!

Balões multicoloridos sobrevoando Melbourne

Balões multicoloridos sobrevoando Melbourne

Fiquei enrolando na cama até levantar as 07h00. Banho tomado, mochila nas costas e livro do Bruce McLaren na mão, desci para fechar a conta (justos AUD301,15 pelas três noites mais 10% de taxa) e saí para esperar o shuttle. 8h00 sharp ele chegou ao hotel. Antes das 9h00 já estava no aeroporto e já fiz o meu check-in.

Meu voo só iria sair as 11h50 e pude tomar meu breakfast despreocupado. Foram dois ovos Benedictine, bacon, maionese, torradas com manteiga, um bowI de frutas variadas com creme e geleia de frutas vermelhas, café preto (para ajudar a acordar) e suco de laranja. Meu café da manhã estava uma delícia. Ao deixar o restaurante, não percebi e esqueci meu livro do Bruce McLaren na cadeira ao lado. Saí para passear pelo aeroporto e fui imediatamente seduzido por uma gatinha manhosa. Ela chamou tanto minha atenção que mandei uma foto para minha filha ciumenta dizendo "Desculpe-me, minha filha, mas não consegui tirar meus olhos da traseira dessa menina!"

Em posição provocante , a curvelínea "neozelandesa" com sedutora roupa branca: McLaren P1. Simplesmente irresistível!

A "menina" acima chamou tanto a minha atenção que só fui perceber a falta do livro quando descia do avião em Auckland! Um absurdo! Eu só pensava naquilo! 903HP! 0-100 em menos de 3 segundos! O que essas meninas fazem com a cabeça dos homens! Fiquei me xingando por muito tempo, mas, acabei me desculpando, pois afinal, tinha traído uma McLaren com outra McLaren.

Após 3h40 de voo em um Airbus A320 apertado, aterrizamos em Auckland as 17h20 hora local (+2 horas em relação a Melbourne). Na alfândega - que foi muito tranquila, pois o voo vinha da Austrália - encontrei meu amigo fiscal que, assim que me viu, saiu de seu counter e veio falar comigo. Conversamos por um bom tempo e como ele já sabia o meu roteiro, dizia que, agora, eu iria ver a parte bonita da Nova Zelândia. Eu estava ansioso por conhecer essa tal de Ilha Sul.

O aeroporto de Auckland tinha muitos carros da Hyundai expostos, todos enfatizando economia de combustível. Interessante, pois a fama é de que  consomem mais que seus concorrentes. Por exemplo, um cartaz mostrava o consumo do "beberrão" modelo Santa Fé: 13,7 Km por litro de diesel ou 7,3 litros de combustível por 100 Km rodados (foto abaixo). Surpreendente! O preço também surpreende, começa em R$120.000  na Nova Zelândia e em R$187.000 no Brasil para a versão a gasolina. Apenas R$67.000  a mais!

Curioso ... Hyundai Santa Fé no Brasil não faz 5 Km por litro e na Nova Zelândia faz mais de 13 Km/l.

Curioso ... Hyundai Santa Fé no Brasil não faz 5 Km por litro e na Nova Zelândia faz mais de 13 Km/l.

Peguei o Airbus Express (NZD28 ida e volta), desci na stop 5, só que, desta vez, levando um curitibano, Joel,  que estava tentando perguntar para o motorista onde ficava o Jucy hotel, mas sem falar uma palavra em Inglês. Por mais que o motorista se esforçasse, não conseguia entender o que o Joel queria. Acho que o Joel "falava" em Braille! Interrompi a "conversa" e falei que também ia para o Jucy Hotel. Descemos e fomos conversando pelo caminho. Ele me contou que já estava viajando, sozinho, há três semanas pela Oceania! Sem falar Inglês! É mole?

Após deixar a mochila no quarto, saí para comer alguma coisa. Optei pelo Burger King mais próximo que ficava na Queen Street e oferecia por apenas NZD4,50 um combo pequeno com refill do refrigerante. Foi mais que suficiente. Aproveitei e comprei um boné e um protetor solar. O sol estava realmente forte e não seria prudente brincar com ele. Afinal, no dia seguinte, começaria meu tour pela Nova Zelândia. Fui dormir cedo, já que meu voo sairia as 8h30 e eu precisaria estar no aeroporto as 7h30.
Destino Rotorua!

Lição aprendida #18
Não confie na sua memória, Miguel!

Contraponto
Você devia ter prendido o livro na mochila, burro!!!!

4 Comments

  1. O toque informal, bem de acordo com o assunto, deixou seu post leve e divertido !!! Gostei !!!

  2. Já que de despediu da “belezura” no aeroporto, pelo menos comprou outro livro do Bruce?

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